aprendeu o a unir o seu talento à retribuição monetária. Você ainda não aprendeu a comercializar seu dom e vende-lo aos outros.

É bem possível que você mesmo não queira ganhar na criação de pombos, pois pensa que assim poderá arruinar a sua satisfação pessoal. Com o tempo, você aprendeu a separar os prazeres dos negócios. Talvez você ache que fazer negócios de sua criação não é bonita nem moral, que o dinheiro é uma coisa “suja”. Você deve rever sua relação para com o dinheiro e lembrar que ele não é sujo, senão o uso que às vezes os seres humanos fazem deles. Quem disse que você precisa usa-lo de uma maneira que não o agrade? Observe o valor positivo do dinheiro uma relação de respeito e amor, como pura energia de abundância e vitalidade que permite fazer coisas maravilhosas. O dinheiro é atraído naturalmente por aqueles que gostam dele e o valorizam. Será que você gosta daqueles qual não gostam de você e o desprezam?

Verifique novamente: o que você gosta na sua criação de pombos? Será que de todos os componentes ou talvez parte deles? Que profunda necessidade interior te satisfaz nessa ocupação? Você poderá descobrir pontos interessantes que talvez lhe permitirão ver sua ocupação de maneira diferente, conduzindo assim, a resultados mais satisfatórios.

Em seguida tente pensar em todas as coisas que você pode oferecer com serviço a outras pessoas que estão ligadas se uma forma ou de outra à sua criação de pombos. Liberte a sua imaginação e criatividade, permita-se ver estranhas e impossíveis à primeira vista. Pode ser que no, final das contas, elas o conduzam a outras idéias melhores e mais convenientes. Finalmente você chegará àquelas brilhantes idéias que unirá sua real vontade e necessidade dos outros. Quando achar tal idéia e aplica-la, mesmo que a princípio parcialmente, você terá achado o seu caminho e terá achado o seu caminho e terá começado a entender como utilizar o jogo do dinheiro.

Você deve encontrar o ponto de união entre a ocupação da qual você gosta e aquilo que você pode oferecer através dela – como prestação de serviço ou produto – e a necessidade dos outros de receber e pagar pelo que você tem a oferecer. Você deve ser remunerado pelo que a princípio você deve prestar e não por ocupações que não despertam em você interesse, causando-lhe às vezes, até depressão. Mesmo que a princípio você tenha que buscar uma certa motivação, você deve persistir até encontrar algum a atividade na qual você seja feliz e bem remunerado. Algo que você sinta-se tão bem em fazer, que estaria disposto a fazer de graça.

Para ajuda-lo a encontrar sua ocupação ideal – não um meio de sobrevivência – movido pela real necessidade de agir e criar, responda ao seguinte exercício:

 

1)   Pergunte-se: se eu não tivesse preocupações com a sobrevivência e tivesse todo o dinheiro que necessito para tal, continuaria na ocupação atual? Será que me ocuparia dela a mesma quantidade de horas? Será que alteraria alguns componentes da minha atividade de trabalho ou tentaria alguns componentes da minha atividade e trabalho ou tentaria algo em uma direção totalmente diferente?

 



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